Vende-se Tudo!




“Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que se torna cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que elas estiveram presentes em minha vida.” 


Irene, a quem carinhosamente chamo de Mama, é uma fabulosa amiga há anos, desde que me mudei para minha atual residência. Tenho rido muito com ela, ultimamente.

Quando Mama Irene me enviou esta apresentação que publico, ela se viu retratada em todas as situações, pois, às vésperas de se mudar para junto das filhas que moram distante, ela agora está assistindo televisão sentada no chão, já que sua mobília foi vendida e doada para os vários interessados em venda de garagem - na verdade aconteceu a oito andares acima do estacionamento. Eu mesma adquiri algumas coisas, porque estou acabando de mobiliar minha casa.

Essa minha amiga conta que muitos pediam de graça objetos de valor estimativo, mas sei que “nenhuma recordação dela foi vendida ou entregue como brinde”.

O texto inteligente de Martha Medeiros é uma ode ao desapego: Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza, plenitude e felicidade. São os momentos especiais que não têm preço; as pessoas que estão próximas da gente e que nos amam; a saúde; os amigos que escolhemos; a nossa paz de espírito!

Sentirei muito tua falta, minha amiga, mas estarei te visitando em breve. Aguarde-me!

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Formatação: Mariza V. Rodrigues 
Fundo Musical: Lamour em Hermitage, Nana Mouskouri

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Este blog foi criado em 2009, por causa das lindas apresentações recebidas de contatos conhecidos, que dedicam parte de seu tempo formatando textos com imagens e canções belíssimas.
Espero que você aprecie e deixe seu comentário.
Meu forte abraço,