Mães morrem quando querem


"Em geral, as mães, mais que amar os filhos, amam-se nos filhos." 
(Friedrich Nietzsche)

Quantas vezes você matou sua mãe? Conseguiu?

Esta crônica foi escrita por Alexandre Pelegi, em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, sua mãe. Aborda o quanto matamos nossas mães em nossas vidas e que, no final, a decisão de partir é tão somente delas.

A primeira vez que li esse texto, estava fragilizada e emocionei-me. Preparei um lindo e-mail e enviei para meus filhos para que sempre se lembrassem dos momentos de ternura, quando eu os embalava nos meus braços. E, também, para que não se esquecessem de que a vida é efêmera e os laços eternos...

Como filha, reconheço a dedicação, amor e carinho de minha mãe, querida e presente, a quem homenageio com esta postagem.

Que todas as pessoas valorizem suas mães e que não esperem perdê-las para saber o valor que elas têm e a falta que fazem em nossas vidas!


Melhor visualização na tela inteira (full screen)
Texto: Alexandre Pelegi
Adaptação e reedição do PPS: Yolanda
Fundo musical: Ich liebe dich, Danna Winner (Letra e tradução, clicando aqui!)


Para recordar, na postagem A Canção da Mãe publiquei um lindo texto de Luciano Valente, homenageando as mães corujas.

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Este blog foi criado em 2009, por causa das lindas apresentações recebidas de contatos conhecidos, que dedicam parte de seu tempo formatando textos com imagens e canções belíssimas.
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