Salvador Dalí

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Formatação: ritalilichio@yahoo.com
Fundo musical: Unchained Melody, Il Divo

Obras do pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica.

Dalí produziu mais de 1500 quadros ao longo da sua carreira, e também ilustrações para livros, litografias, desenhos para cenários e trajes de teatro, um grande número de desenhos, dezenas de esculturas e vários outros projetos.

Sem uma audiência, sem a presença de espectadores, essas jóias não iriam cumprir a função para a qual anseei. O espectador, então, é o melhor artista.” Dalí, 1959 ("As Jóias de Dalí")

O baile da vida

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Formatação: Ro Slides
Fundo musical: La Mer, Orquestra de Ray Conniff

Uma graciosa apresentação, que traz um dos mais belos arranjos musicais de Ray Coniff, seguido de um ótimo texto: “Os anos continuam a desfilar na passarela do aprendizado e nós, protagonistas da vida, enfrentamos os momentos que nos fazem infelizes e nos deliciamos com os felizes.”

Uma breve biografia de Ray Conniff: Filho de pai trombonista e mãe pianista, foi natural que ele seguisse o caminho da carreira musical. Formou o seu primeiro grupo artístico, ainda adolescente. Anos mais tarde, aperfeiçoou-se de forma profunda na carreira, ao se tornar discípulo da Juilliard School. Depois de atuar e formar uma sólida base musical como trombonista e arranjador nas Big Bands, Ray passou a escrever arranjos para Johnny Mathis, Guy Mitchell, Johnnie Ray, mas devido a seu talento, teve a oportunidade de formar sua própria orquestra em 1955, a convite de Mitch Miller, da CBS.

Seu estilo de associar vozes masculinas a trombones, trompas e saxofones baixos, e vozes femininas a pistons, clarinetes e saxofones altos, dava-lhe uma característica inusitada e só sua.

Ray Conniff fez um grande sucesso até o início da década de 1960, período em que seu som era ouvido em bailes de clubes, nas rádios e nas festinhas caseiras.

Fez sua primeira visita ao Brasil, como convidado, ao lado de Henry Mancini, para o Festival Internacional da Canção, onde então teve oportunidade de imprimir seu estilo a uma orquestra constituída de músicos e coral inteiramente brasileiros. Tal era o seu sucesso até sua última jornada por essas terras, no ano 2001, na qual ainda revelava muita alegria e disposição e era ovacionado por enorme platéia onde quer que fosse. Sua última canção gravada foi "Nossa Senhora" de Roberto Carlos. (Wikipédia)

Azul do vento

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Fundo musical: Chopin, Les Silfides (versão new age)

Esta apresentação é um pequeno tributo ao eterno Mario Quintana, que nasceu na cidade de Alegrete, RS, e faleceu em 1994, próximo de seus 87 anos. Mario Quintana tinha um carinho especial pelas crianças, tendo dedicado a elas alguns de seus livros.

Dentre os vários poemas de Quintana, um deles conta sobre uma passagem de sua infância:

“Oh! aquele menininho que dizia “Fessora, eu posso ir lá fora?”mas apenas ficava um momento bebendo o vento azul...”

Jovens tardes de domingo

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Formatação: RMF Produções
Músicas: 1. Jovens Tardes de Domingo – Roberto Carlos 2. Festa de Arromba – Erasmo Carlos 3. Eu Sou Terrível – Roberto Carlos 4. Date-me um martelo – Rita Pavone 5. Hello, Goodbye – The Beatles 6. Blue Swede Shoes – Elvis Presley

Se encante com esta apresentação, que traz um pouco da história do programa “Jovem Guarda” e de cantores internacionais.

“Eram nas tardes de domingo que a moçada tinha contato com o movimento que veio para revolucionar, modificar comportamentos, gerar mais liberdade a esses jovens, até então criados nos mesmos moldes do início do século.

O movimento “Jovem Guarda” avançava no Brasil e outros começaram a surgir no país, dividindo espaço nos horários de rádios e televisão, como “Tropicália”, com a vinda dos “doces bárbaros”, a própria “bossa nova” que atingia um público mais exigente."

Amor ao Planeta Terra

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Formatação: Shirley Bruschi de Abreu
Fundo musical: Serenade, Schubert

É com satisfação que posto este lindo trabalho de Shirley B. de Abreu, que apresenta o texto de Lisiê Silva numa bela formatação.

O Dia da Terra foi criado em 1970, quando o Senador norte-americano Gaylord Nelson convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição. É festejado em 22 de abril.

A população humana atual da Terra é de aproximadamente seis bilhões de pessoas. Para mantermos o equilíbrio do planeta, é preciso consciência dessa importância, a começar pelas crianças. Não se pode acabar com os recursos naturais, essenciais para a vida humana, pois não haverá como repô-los. O pensamento deve ser global, mas a ação local.

Confira abaixo trailer do filme, exibido no encontro de Copenhague, em dezembro de 2009.


Como será o mundo em 2040 se não agirmos agora contra o aquecimento global? O filme “The Age of Stupid” (A Era da Estupidez), da diretora Franny Armstrong, aborda esta temática. O ator Pete Postlethwaite, indicado para o Oscar, interpreta o último habitante da Terra, que guarda os vestígios que restaram da humanidade, enquanto se pergunta por que não fomos capazes de conter as mudanças climáticas a tempo.

Fonte: ambientebrasil

Índio clamando

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Formatação: Vani Slides
Músicas: (1) Uivo do Lobo (2) New Age Native American Shaman

Mais uma vez trago uma das formatações de Ivani Castro, que tão bem trabalhou o texto de Fábio Catuta, com lindas imagens e um gracioso fundo musical.

Os habitantes do continente americano descendem de populações advindas da Ásia.

Os povos indígenas que hoje vivem na América do Sul, são originários de povos caçadores que aqui se instalaram, vindos da América do Norte através do istmo do Panamá, e que ocuparam virtualmente toda a extensão do continente há milhares de anos. De lá para cá, estas populações desenvolveram diferentes modos de uso e manejo dos recursos naturais e formas de organização social distintas entre si.
Fonte: FUNAI

Nunca te detenhas

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Formatação: Yolanda
Locução: Marcelo Zammarian

Uma linda mensagem de Madre Teresa de Calcutá, na voz de Marcelo Zammarian, que me presenteou com seu carisma, para homenagear o Dia Nacional da Voz.

Dr. Drauzio Varella tem uma explicação bastante interessante sobre a voz:

“Como as impressões digitais, a voz é uma característica individual que não se repete idêntica em nenhuma outra pessoa. Há vozes parecidas, mas absolutamente iguais nunca. Nossa voz é nossa marca e pode revelar a personalidade e o estado de espírito de quem fala.

A voz se modifica durante a vida e certos distúrbios vocais podem ser corrigidos. Do ponto de vista físico, o processo de produção da voz é igual para todos: respiramos, o ar vai para os pulmões e, na volta, encontra as cordas vocais que vibram com sua passagem e produzem um som. Ao percorrer as cavidades de ressonância, que são diferentes de um indivíduo para o outro, esse som adquire características peculiares da voz de cada um. Outras áreas do corpo: faringe, boca, língua, dentes e o nariz estão envolvidas no processo de emissão da voz. Elas ajudam a produzir todos os fonemas vocálicos com os quais formamos sílabas, palavras, frases, textos para comunicar o que pensamos e sentimos.

O tipo de educação e a convivência com outras pessoas também ajudam a moldar a voz, por isso é comum encontrar vozes parecidas dentro da mesma família. Neste caso, estão associados fatores genéticos e ambientais. Existem casos de pessoas não consanguíneas que têm vozes parecidas. É frequente o fenômeno ocorrer com pais e filhos adotivos, ou mesmo com amigos, porque a voz também vai sendo moldada com a convivência.

Esse processo que ajuda a moldar nosso comportamento, nossos gestos e nossa voz aos do interlocutor, sempre que houver empatia entre duas pessoas, chama-se convergência.”

Veja a apresentação que postei no ano passado, nesta mesma data:

Momentos únicos

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Formatação: camilleskaff@hotmail.com
Música: Time is Tight (instrumental)

Imagens sensacionais fotografadas por profissionais, que sempre estão em lugares comuns ou exóticos, e esperam a oportunidade para registrar momentos únicos...

Estou velho

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Rolagem manual dos slides

Formatação: Juliana Ramires
Fundo Musical: Hino Nacional Brasileiro, João Alexandre

Excelente texto para reflexão, já que se comemora o Dia do Hino Nacional Brasileiro, em 13 de abril, e estamos num ano de eleições importantes.

Infelizmente não consta a autoria da crônica, mas vale a leitura!

Almas perfumadas

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Eu havia postado esta apresentação anteriormente como sendo de Carlos Drummond de Andrade e, alertada por uma visitante, fui conferir e constatei que o poema é da autoria de Ana Claudia Saldanha Jácomo, a quem dou os devidos créditos, na graciosa formatação de Ney de Castello.

O poema é um afago no espírito e um beijo no coração.

Vale ouvir esta pérola, no blogue do amigo Milton Neves Jr: Almas Perfumadas na voz de Evelinn

Monet e Shakespeare

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Rolagem manual dos slides

Reformatação: Meirelles (procurando formatação original)
Fundo musical: Músicas inesquecíveis, Richard Clayderman

Nesta apresentação, veja algumas paisagens de Oscar-Claude Monet (1840 - 1926), pintor francês - o mais célebre entre os pintores impressionistas, acompanhadas de fragmentos do poema “Eu aprendi”, de William Shakespeare (1564 - 1616), dramaturgo e poeta inglês.

Em 1872, Monet pintou “Impressão, nascer do sol” (Impression: Soleil Levant, atualmente no Museu Marmottan de Paris), uma paisagem do Havre, exibida na primeira exposição impressionista de 1874. O quadro deu origem ao nome usado para definir o movimento impressionista.

Shakespeare foi respeitado em sua própria época, mas sua reputação só viria a atingir o nível em que se encontra hoje, no século XIX. No século XX, sua obra foi adotada e redescoberta repetidamente por novos movimentos, tanto na academia quanto no desempenho. Suas peças permanecem extremamente populares, e são estudadas, encenadas e reinterpretadas constantemente, em diversos contextos culturais e políticos, por todo o mundo. São suas obras: Sonho de uma Noite de Verão, A Comédia dos Erros, A Megera Domada, Romeu e Julieta, Macbeth, Rei Lear, Hamlet, dentre outras.

My prayer

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Formatação: Procurando autoria

Acompanhe a linda canção do The Platters, um dos maiores grupos vocais da Era do Rock and Roll, formado em Lons Angeles em 1953 e que interpretou muitos sucessos: "Only You", "The Great Pretender", "You’ve Got The Magic Touch" e "You’ll Never Know", entre outros.

O quinteto vocal negro The Platters, marcou presença na música popular norte-americana, vendendo, até hoje, milhões de discos e atualmente convertidos para CDs.


A verdadeira Páscoa

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Formatação: Ria Slides

“Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas a ausência de vida e isso é um erro existem outros tipos de morte e precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação.

Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio. A morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo.

A fronteira entre o passado e o futuro.

Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional?Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém.

Quer ter boas amizades?

Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo. Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência. Respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso "eu" passado, inferior. E qual o risco de não agirmos assim? O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser.

Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados. Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que mantemos as virtudes de criança que também são necessários: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc. mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos. Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído?

Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o "egoísmo" é o "egocentrismo", para que nasça o ser que você tanto deseja ser. Pense nisso e morra. mas, não esqueça de nascer melhor ainda. O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”

Texto de Fernando Pessoa, Morrer é preciso