Compaixão Social e Participação Cidadã


"Qual o País que temos, e qual o País que queremos?"
Estão circulando nas redes sociais muitos textos abordando a responsabilidade do cidadão brasileiro durante o período eleitoral, quando todos nós “escolheremos”, através do voto, os representantes do povo para exercerem o poder soberano no próximo mandato...
Eis aqui uma excelente apresentação que aborda inteligentemente o tema. Segundo o sociólogo e ativista dos direitos humanos Herbert de Souza, conhecido como Betinho, "Só a participação cidadã é capaz de mudar o país". Em tempos de eleição, vale refletir sobre o significado dos termos “compaixão social” e “participação cidadã”.
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Texto e Formatação: um_peregrino@hotmail.com
Fundo musical: Adoro, Enrique Chia

6 comentários:

  1. Que assunto delicado e difícil né amiga? Só sei que vai ser dureza votar dia 03, porque nossa política tá em cacos! hehehe

    Bjs

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  2. É mesmo difícil, Bia.
    Já que a sorte foi lançada...
    É aguardar para saber do futuro deste
    grandioso país.
    Obrigada pela presença!
    Meu afetuoso abraço,
    Yolanda

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  3. Yolanda,
    O canalha é antes de tudo simpático. Como em geral, ele não acredita na lei de causa e efeito, mente e calunia com a beatitude de um santo recém canonizado!
    O genial Nelson Rodrigues, esculpiu com maestria, a "aura" de um canalha.
    O biltre sorri sempre, não tem problemas metafísicos, muito menos, dores de amores.
    O Brasil, com raríssimas exceções, é pródigo na proliferação desta corja!
    Os degredados, que escaparam ao suicidio, temerosos de passar o resto da vida "... na terra em se que plantando tudo se dá ", em aqui aportando, defloraram as indias em troca de espelhinhos (à época não existia ainda o bolsa familia...) mas inpregnaram o DNA canalha num hominídio que,em inúmeras gerações posteriores,viría a ser o Neomacunaíma,Inácio, que segundo a lenda, teria sido o comedor do bispo Sardinha.
    Genéticamente "esperto", Inácio criou o PT-partido tribal-, deitou-se em uma rede e não mais levantou-se, enquanto os pobres e fanáticos indigenas, pagavam-lhe dízimos em forma de ouro e pau-Brasil, que Inácio, matreiramente, repassava com enormes lucros, para sí e seus filhotes, remunerando com migalhas, seus apaniguados...
    Nascia assim, nos trópicos, a mais valia petista. Inácio, para dividir as tribos adversárias, começou a bater atabaques apócrifos e a manter contatos com uma região que viria a ser mais tarde dominada por um cacique, também de índole autoritária, necrófilo e que a falta de espelhinhos, desenterrou um antigo e polêmico "libertador", e reza a lenda para realizar trabalhos de magia negra! Seu nome: Hugo, chave de cadeia.
    O que se segue é estória: os dois uniram-se e estatizaram toda a floresta, e para manter
    os selvícolas entorpecidos, mancomunaram-se com grupos que distribuiam poções mágicas para toda a região; Inácio, cansado de nada fazer lançou a viúva de um pajé, tida como brava gerrilheira (digo, guerreira...) para a sua sucessão, e foram felizes para sempre...

    Adorei seu post, bastante oportuno para o momento. Não resisti e me utilizei, ao comentar, das palavras de Carlos Vereza.
    Um grande abraço!

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  4. Obrigada pela presença, amiga Neusa.
    A crônica de Carlos Vereza é o grito dos que se indignam com as falsas promessas daqueles que têm "o poder soberano" em transformar esta nação digna e respeitada.
    Amo meu país, mas me envergonho dos seus governantes...
    Meu afetuoso abraço,
    Yolanda

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  5. Olá querida amiga !!!
    Excelente post !!
    Sinto-me muito desanimada com a situação política atual.
    O descaso e o egoísmo de ambos o lados talvez seja um dos motivos para que o cenário esteja desta maneira caótico !
    Precisamos ter plena consciência de que este momento é um momento decisivo para nossas vidas e de importância gigantesca para o nosso país e nosso futuro, não é mesmo ?
    Um enorme beijo !

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  6. Um Político pensa na próxima Eleição. Um Estadista na próxima Geração. "Um Sábio pensa na Eternidade". (ênfase acrescentada). James Karque.

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